
Esta foi uma semana de mobilização para o funcionalismo público estadual. Além da manifestação dos professores da rede estadual em Santa Helena, os trabalhadores da saúde também fizeram hoje uma assembléia, e o clima é de greve. Ontem a UEG protestou contra os desmandos do reitor da Universidade.
A Conlutas se solidariza com as greves e protestos, que são por melhorias para os servidores e para a população em geral. Afinal, a política de Alcides Rodrigues é a mesma do governo Lula: arrocho salarial e sucateamento do patrimônio que é do povo. Correios, petroleiros e bancários também podem paralisar neste semestre, e as mobilizações devem ser unificadas. As direções dos sindicatos não podem vacilar nesta hora, agora é hora de unidade pelas reivindicações do funcionalismo e do povo.
Saúde a beira da greve
Em assembléia hoje de manhã em frente à catedral de Goiânia, na rua 10, os funcionários da saúde estadual decidiram dar impulso à sua campanha salarial. A greve ainda não foi aprovada, mas o clima é que a paralisação seja deflagrada em breve. Já são três anos sem reajuste, com perdas de 13,20%, segundo o Sindicato dos Trabalhadores da Saúde de Goiás. Os trabalhadores também querem a equiparação salarial com antigos funcionários da Agência Goiana de Empregos, AGANP, e a implantação do Plano de Cargos, Carreira e Salários.
Além das pautas salariais, a situação da saúde estadual para a população também foi pauta. A maternidade Dona Iris está fechada há meses, e os trabalhadores que foram remanejados para outros locais estão se rearticulando para a reabertura da unidade. Os servidores presentes deliberaram a realização de reuniões setoriais para mobilizar uma grande assembléia em frente ao Ministério Público Estadual, no dia 23 de setembro. A pauta será o indicativo de greve.
Professores protestam na cidade do governador
No 47º dia de greve, os servidores da rede estadual de educação fizeram hoje manifestação em Santa Helena, cidade do governador do estado, Alcides Rodrigues. Em uma atitude truculenta, o governo mandou a Polícia Militar e a Agência Goiana de Regulamentação parar os ônibus que partiram de Goiânia e já estavam a 5 km da cidade. Mesmo com a ação, os trabalhadores desceram dos veículos e foram a pé para a cidade natal do governador.
Em Santa Helena, onde a primeira-dama do estado é candidata a Prefeita, a passeata seguiu pela rua da prefeitura. A população local se sensibilizou com a causa. Afinal, os grevistas querem, além de um aumento salarial justo, a melhoria nas condições do ensino estadual, que estão péssimas. Enquanto isso, a secretária da educação disse hoje à imprensa que não tem aumento, e que vai cortar o ponto dos grevistas.
Fórum de defesa da UEG protesta contra golpe do reitor
Ontem o Fórum de defesa da Universidade Estadual de Goiás fez um protesto em frente ao Augustus Hotel, onde se realizava o Conselho Universitário. O objetivo foi denunciar o golpe do reitor Luiz Antônio Arantes. O Conselho deliberou que basta ter um ano na UEG para se candidatar. “Isto não existe em nenhuma instituição no país, e foi um golpe para facilitar que indicados políticos sem história na universidade se candidatem” afirma Pítias Alves, membro do Fórum. Outra pauta de reivindicação foi a contratação de novos professores. A maioria do quadro não é efetivo, o que precariza as condições de ensino. O Fórum de defesa da UEG foi criado na última greve da Universidade, ano passado, por professores, funcionários e estudantes. Seu objetivo é lutar por uma UEG pública, gratuita e que ofereça um ensino de qualidade.
A Conlutas se solidariza com as greves e protestos, que são por melhorias para os servidores e para a população em geral. Afinal, a política de Alcides Rodrigues é a mesma do governo Lula: arrocho salarial e sucateamento do patrimônio que é do povo. Correios, petroleiros e bancários também podem paralisar neste semestre, e as mobilizações devem ser unificadas. As direções dos sindicatos não podem vacilar nesta hora, agora é hora de unidade pelas reivindicações do funcionalismo e do povo.
Saúde a beira da greve
Em assembléia hoje de manhã em frente à catedral de Goiânia, na rua 10, os funcionários da saúde estadual decidiram dar impulso à sua campanha salarial. A greve ainda não foi aprovada, mas o clima é que a paralisação seja deflagrada em breve. Já são três anos sem reajuste, com perdas de 13,20%, segundo o Sindicato dos Trabalhadores da Saúde de Goiás. Os trabalhadores também querem a equiparação salarial com antigos funcionários da Agência Goiana de Empregos, AGANP, e a implantação do Plano de Cargos, Carreira e Salários.
Além das pautas salariais, a situação da saúde estadual para a população também foi pauta. A maternidade Dona Iris está fechada há meses, e os trabalhadores que foram remanejados para outros locais estão se rearticulando para a reabertura da unidade. Os servidores presentes deliberaram a realização de reuniões setoriais para mobilizar uma grande assembléia em frente ao Ministério Público Estadual, no dia 23 de setembro. A pauta será o indicativo de greve.
Professores protestam na cidade do governador
No 47º dia de greve, os servidores da rede estadual de educação fizeram hoje manifestação em Santa Helena, cidade do governador do estado, Alcides Rodrigues. Em uma atitude truculenta, o governo mandou a Polícia Militar e a Agência Goiana de Regulamentação parar os ônibus que partiram de Goiânia e já estavam a 5 km da cidade. Mesmo com a ação, os trabalhadores desceram dos veículos e foram a pé para a cidade natal do governador.
Em Santa Helena, onde a primeira-dama do estado é candidata a Prefeita, a passeata seguiu pela rua da prefeitura. A população local se sensibilizou com a causa. Afinal, os grevistas querem, além de um aumento salarial justo, a melhoria nas condições do ensino estadual, que estão péssimas. Enquanto isso, a secretária da educação disse hoje à imprensa que não tem aumento, e que vai cortar o ponto dos grevistas.
Fórum de defesa da UEG protesta contra golpe do reitor
Ontem o Fórum de defesa da Universidade Estadual de Goiás fez um protesto em frente ao Augustus Hotel, onde se realizava o Conselho Universitário. O objetivo foi denunciar o golpe do reitor Luiz Antônio Arantes. O Conselho deliberou que basta ter um ano na UEG para se candidatar. “Isto não existe em nenhuma instituição no país, e foi um golpe para facilitar que indicados políticos sem história na universidade se candidatem” afirma Pítias Alves, membro do Fórum. Outra pauta de reivindicação foi a contratação de novos professores. A maioria do quadro não é efetivo, o que precariza as condições de ensino. O Fórum de defesa da UEG foi criado na última greve da Universidade, ano passado, por professores, funcionários e estudantes. Seu objetivo é lutar por uma UEG pública, gratuita e que ofereça um ensino de qualidade.
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